segunda-feira, 1 de Setembro de 2008
Sempre que se aproxima o momento, adio o pensamento que se adianta...
Racionalmente exposto tem de ser...
Intencionalmente, pode ser...
Vontade de ser, nunca!
E dou voltas e voltas na certeza do Sol se pôr, sem o poder impedir!
Eu não quero partir!
Não o permitas!
Envolve-me nos teus longos braços,
Aquece-me no sopro morno da paixão satisfeita,
Segura-me com algemas sanguíneas em indistinta definição,
Fecha-me em labirinto cerebral sem solução!
Não me deixes partir!
Nem porque tem de ser, nem porque deve ser, nem por qualquer nada!
Salva-me da insatisfação de estar longe, só e incompleta!
Não me deixes... Nem partir!

